6.7.1. Operação do conversor catalítico

Conversor catalítico

1 — o caso
2 — consolidação

3 — favos de mel do conversor catalítico


Todos os motores equipam-se de um ou vários conversores catalíticos da purificação de gases de escape.

O conversor catalítico tem a parte cerâmica central de um design-3-covered celular com uma camada de transportadora. Em uma camada da transportadora há sais de metais preciosos que funcionam como convertedores. O conversor catalítico fixa-se nos meios case-1-by do layer-2-compensating básico que isola as expansões ao mesmo tempo termais do conversor catalítico.

Para reduzir emissões perigosas por meio do conversor catalítico, os sistemas da injeção têm de dosar precisamente o montante do combustível injetável necessário para a combustão. O sensor de oxigênio está em um tubo de recepção em frente do conversor catalítico e lava-se por uma corrente dos gases cumpridos. O sensor de oxigênio representa o sensor eletrônico que mede o conteúdo de oxigênio em gases finais e representa o seu tipo de flutuações da tensão. A informação do sensor de oxigênio transfere-se para a unidade de controle do sistema da injeção. O valor recebido permite regular a composição da mistura de óleo Diesel aéreo. De um lado é necessário como as condições de serviço constantemente se modificam (gás que perde tempo, cheio), de outro lado, como a reardência ótima do combustível no conversor catalítico só acontece neste caso se os gases finais contiverem bastante combustível.

No conversor catalítico houve uma reardência de combustível, é necessário ter a temperatura de 300 - 800 °C. Com esta finalidade o conteúdo maior do combustível na mistura, do que é necessário para a ardência pura.

Os conversores catalíticos usados de motores de gasolina representam assim chamados dispositivos três-funcionais. No processo ajustável da oxidação de transformação do monóxido de carbono (ASSIM) e hidrocarboneto (NANOSEGUNDO), e também a redução da concentração de óxido de nitrogênio (NOx) se executa.